A periferia dos sentimentos é algo engraçada. Não a revelamos, não constatamos, não sabemos por onde anda. Não sabemos, não cremos e enfim, nos iludimos.
Essa periferia tem algo de triste. Achamos que ela está esquecida, morta, irrelevante. Mas ela está. Simplesmente existe. Como que enraizada em partes dolorosas.
É irônico, mas ela sempre vem à tona. De forma inexplicável. Ela surge num momento feliz, e do nada torna sua mente só lembranças, e às vezes, expectativas e só.
Você lembra, você sonha, e no meio do teor alcoólico, lembra-se do básico e faz novas constatações.
Normalmente eu nego.
Nego que esteja te procurando em faces perdidas na multidão. Nego que faço o possível para – casualmente – te encontrar. Nego que te quero acima de tudo. Nego que ainda não te esqueci. Nego, nego, nego.
E muito embora eu saiba que você negará qualquer possibilidade futura. Eu não pude negar, dia desses que... bem... Eu tive de admitir que te amo, mesmo que tão tardiamente.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Eu preciso dizer que te amo...
Fiquei dias pensados em busca de um texto pensado pra você. Sim, este texto é uma pseudo-homenagem suicida que nada tem de pensado, rasgo o rascunho e aqui me entrego nesse esboço, ora com lágrimas nos olhos. Há aqui somente o básico e pueril de uma recente amiga, que me fez entender como poucos valores que te fazem, talvez, a pessoa que mais admire da categoria, essa do jornalismo, profissão cada dia mais deturpada.
Antes dos parágrafos sem coesão, eu preciso dizer que tenho erros nesse mesmo jornalismo, e que te contarei no próximo encontro, que me fazem ter maestria no assunto admiração.
Muita coisa paira na minha cabeça agora. A principal delas já foi dita, não há respeito. Há no mundo fashion-hardnews um grande ego inflado que atira para todos os lados. E talvez seja essa sua convicção que tanto atrapalha os inflamados e que vivem a tachar de rebeldes no mundo, na vida, nas palavras. Como te invejo!
Invejo gente decente – sim – essa é a palavra. Invejo sua convicção, aquela que nunca tive porque sempre pensei no meu bolso em detrimento da minha ética. Admiro você que acredita, que luta, que quer mudar, mesmo que as vezes pareça utopia, mudar o mundo.
Admiro gente com garra, com paixão, com bom texto, com bossa. E tudo isso você tem em amplo sentido. Adoro a ironia doce, amo o jeito meigo, simplesmente você.
Tudo aquilo que você tem recusado fazer, e isso inclui doar-se ao lobby e ao nosso chamado social, talvez seja exatamente o que te penalize agora. Mas é isso que te faz exemplo, e com méritos, verdadeira.
Te conheci há pouco, e foi essa verdade que me fez apaixonado por você em tão pouco. Se as vezes contesto sua ousadia, é porque sou covarde. Em alguns momentos eu gosto de te dizer: pare de ser cabeça dura, engula mais sapos, é a lei do mundo....
No momento seguinte, eu simplesmente preciso dizer que te amo. Você faz tudo que os incompreendidos fizeram, e por isso mesmo é genial. Ninguém duvida da sua capacidade – e inteligência. Todos sabemos que ainda enfrentará muitos monstros, e eu espero que aprenda a ter mais jogo de cintura com as lições de agora.
Mas são pessoas como você, minha amiga, que me dão a certeza de que o mundo é mundo. Que existe ainda a ética que eu não tenho. E dos muitos dons, você tem o mais raro: idealismo, sempre contestável, mas infinitamente necessário.
Afinal, não são cariocas que me fazem achar o Biscoito-Globo a melhor coisa do planeta, mas com certeza você é a única capaz de dar sentido a esse polvilho. E aí está teu maior mérito, acreditar e fazer com que acreditem. Para no fim convencer. E que venha o futuro, sempre na esperança da melhoria humana e a constatação do corrupto e cruel atual. É assim desde sempre, e esse é o teu valor maior, da coragem. Não como anti-sistema, mas simplesmente como aquela que acredita, e luta.
E por fim, eu preciso, novamente dizer que te amo.
Antes dos parágrafos sem coesão, eu preciso dizer que tenho erros nesse mesmo jornalismo, e que te contarei no próximo encontro, que me fazem ter maestria no assunto admiração.
Muita coisa paira na minha cabeça agora. A principal delas já foi dita, não há respeito. Há no mundo fashion-hardnews um grande ego inflado que atira para todos os lados. E talvez seja essa sua convicção que tanto atrapalha os inflamados e que vivem a tachar de rebeldes no mundo, na vida, nas palavras. Como te invejo!
Invejo gente decente – sim – essa é a palavra. Invejo sua convicção, aquela que nunca tive porque sempre pensei no meu bolso em detrimento da minha ética. Admiro você que acredita, que luta, que quer mudar, mesmo que as vezes pareça utopia, mudar o mundo.
Admiro gente com garra, com paixão, com bom texto, com bossa. E tudo isso você tem em amplo sentido. Adoro a ironia doce, amo o jeito meigo, simplesmente você.
Tudo aquilo que você tem recusado fazer, e isso inclui doar-se ao lobby e ao nosso chamado social, talvez seja exatamente o que te penalize agora. Mas é isso que te faz exemplo, e com méritos, verdadeira.
Te conheci há pouco, e foi essa verdade que me fez apaixonado por você em tão pouco. Se as vezes contesto sua ousadia, é porque sou covarde. Em alguns momentos eu gosto de te dizer: pare de ser cabeça dura, engula mais sapos, é a lei do mundo....
No momento seguinte, eu simplesmente preciso dizer que te amo. Você faz tudo que os incompreendidos fizeram, e por isso mesmo é genial. Ninguém duvida da sua capacidade – e inteligência. Todos sabemos que ainda enfrentará muitos monstros, e eu espero que aprenda a ter mais jogo de cintura com as lições de agora.
Mas são pessoas como você, minha amiga, que me dão a certeza de que o mundo é mundo. Que existe ainda a ética que eu não tenho. E dos muitos dons, você tem o mais raro: idealismo, sempre contestável, mas infinitamente necessário.
Afinal, não são cariocas que me fazem achar o Biscoito-Globo a melhor coisa do planeta, mas com certeza você é a única capaz de dar sentido a esse polvilho. E aí está teu maior mérito, acreditar e fazer com que acreditem. Para no fim convencer. E que venha o futuro, sempre na esperança da melhoria humana e a constatação do corrupto e cruel atual. É assim desde sempre, e esse é o teu valor maior, da coragem. Não como anti-sistema, mas simplesmente como aquela que acredita, e luta.
E por fim, eu preciso, novamente dizer que te amo.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Amor, eterno amor...
A vida cheia de pragmatismos, e lendas. Alguns dizem que é possível se apaixonar inúmeras vezes. Outros, que temos apenas um grande amor. Acredito em tudo, não acho possível concluir sentimentos com normas e condições tão certas e indecifráveis como bulas de remédio. Falo ainda por experiência que os melhores relacionamentos, são sim, os que têm dose certa de simplicidade e cumplicidade. Nunca vi grandes amores duradouros. E como outrora, acredito nos relacionamentos NÃO regados a paixão e amor. Amor é algo pra lá de doloroso. E até hoje me pergunto se o aperto no coração, e tal sufoco são adjetivos negativos ou positivos...
Claro, nós podemos ser felizes com relacionamentos longos sem paixão. E mesmo assim – talvez você que lê isso esteja achando absurdo – mesmo felizes, você reconhece com os anos passando seu grande amor vivendo outra relação. É a lei da arbitrariedade.
Hoje, talvez meu grande amor tenha passado. Por ele sofri, chorei, me comovi e me humilhei. Ainda tremo e tremerei pra sempre, vejo isto com aptidão e lucidez. O que mudou? Mudou que de tanto amá-lo ele estará sempre na esfera do maior amor. E só.
É intocável, e quando tremo, penso que hoje sou mais feliz. Sou grato a ele por ter me ensinado tanto sobre sofrimento e alegria, ternura e sarcasmo, mentiras e ilusões, verdades e tombos. Meu grande amor será sempre o mais lindo, o mais amado, aquele que sempre balançará tudo na vida.
Mas, meu grande amor nunca me deu o dia-a-dia – é incapaz disso. Meu grande amor tão sonhado não sabe o que é companheirismo. E esse amor tão sofrido me ensinou como é boa a dose certa, e por fim como é bom não viver de amor. Ainda o acho dos mais belos, eu diria um atentado. Mas nada, nada se compara ao que tenho hoje, bem mais simples, na esfera dos bons relacionamentos. Nada desse amor alvoroço, dessa paixão descabida, e por isso mesmo melhor. Com o tempo entendemos que grandes amores servem como lembrança, e que de tão ruins tornam-se eternamente grandes e bons no coração da gente. E de tão grandes, não devem mais ocupar nossas vidas.
Resumo: eu te digo que é bom o tempo do reconhecimento - do quão grande você ainda é, porque graças a ti hoje e sem você eu entendo o que é ter e ser feliz.
Claro, nós podemos ser felizes com relacionamentos longos sem paixão. E mesmo assim – talvez você que lê isso esteja achando absurdo – mesmo felizes, você reconhece com os anos passando seu grande amor vivendo outra relação. É a lei da arbitrariedade.
Hoje, talvez meu grande amor tenha passado. Por ele sofri, chorei, me comovi e me humilhei. Ainda tremo e tremerei pra sempre, vejo isto com aptidão e lucidez. O que mudou? Mudou que de tanto amá-lo ele estará sempre na esfera do maior amor. E só.
É intocável, e quando tremo, penso que hoje sou mais feliz. Sou grato a ele por ter me ensinado tanto sobre sofrimento e alegria, ternura e sarcasmo, mentiras e ilusões, verdades e tombos. Meu grande amor será sempre o mais lindo, o mais amado, aquele que sempre balançará tudo na vida.
Mas, meu grande amor nunca me deu o dia-a-dia – é incapaz disso. Meu grande amor tão sonhado não sabe o que é companheirismo. E esse amor tão sofrido me ensinou como é boa a dose certa, e por fim como é bom não viver de amor. Ainda o acho dos mais belos, eu diria um atentado. Mas nada, nada se compara ao que tenho hoje, bem mais simples, na esfera dos bons relacionamentos. Nada desse amor alvoroço, dessa paixão descabida, e por isso mesmo melhor. Com o tempo entendemos que grandes amores servem como lembrança, e que de tão ruins tornam-se eternamente grandes e bons no coração da gente. E de tão grandes, não devem mais ocupar nossas vidas.
Resumo: eu te digo que é bom o tempo do reconhecimento - do quão grande você ainda é, porque graças a ti hoje e sem você eu entendo o que é ter e ser feliz.
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Pense nas crianças mudas, telepáticas.
Ney Matogrosso foi só uma inspiração, nada com o restante deste.
É que acabei de pensar nas pessoas mudas, apáticas, nas rosas cálidas. E sabe-se porque, achei que aqui cabia Rosa de Hiroshima. E ponto.
Li agora um recado de certo fulano para certo cicrano. Pensei nos julgamentos abissais. De como algumas pessoas insistem em amizades onde tudo existe, menos a amizade. De uma das partes, a amizade realmente está ali. Da outra, há o usar, o tentar ficar próximo para a próxima cerveja. Nunca apenas para um desabafo.
Essas pessoas, assim como as rosas cálidas, são tão cálidas que se impressionam com declarações despudoradas. Com pessoas inspiradas. E voltando, só olham para o próprio umbigo.
Todos têm um pouco do egoísmo do EU. Mas EU ainda não aprendi a lidar com pessoas que além de só falarem de si, não conseguem admirar o outro verdadeiramente, que só aparecem em momentos mal-fadados. Discordo de que amigo é pra isso mesmo. Amigo é para qualquer hora, para os ruins, bons e os momentos de INÉRCIA.
Fico fulo, em resumo, com os aproveitadores, que cobram e nada dão. Que não conseguem se inspirar com a beleza do coração alheio. E que quando topam com um bom sentimento, só conseguem sentir, bem, inveja.
E tenho dito.
É que acabei de pensar nas pessoas mudas, apáticas, nas rosas cálidas. E sabe-se porque, achei que aqui cabia Rosa de Hiroshima. E ponto.
Li agora um recado de certo fulano para certo cicrano. Pensei nos julgamentos abissais. De como algumas pessoas insistem em amizades onde tudo existe, menos a amizade. De uma das partes, a amizade realmente está ali. Da outra, há o usar, o tentar ficar próximo para a próxima cerveja. Nunca apenas para um desabafo.
Essas pessoas, assim como as rosas cálidas, são tão cálidas que se impressionam com declarações despudoradas. Com pessoas inspiradas. E voltando, só olham para o próprio umbigo.
Todos têm um pouco do egoísmo do EU. Mas EU ainda não aprendi a lidar com pessoas que além de só falarem de si, não conseguem admirar o outro verdadeiramente, que só aparecem em momentos mal-fadados. Discordo de que amigo é pra isso mesmo. Amigo é para qualquer hora, para os ruins, bons e os momentos de INÉRCIA.
Fico fulo, em resumo, com os aproveitadores, que cobram e nada dão. Que não conseguem se inspirar com a beleza do coração alheio. E que quando topam com um bom sentimento, só conseguem sentir, bem, inveja.
E tenho dito.
terça-feira, 8 de maio de 2007
A defesa do traidor
Uma série de conclusões absolutamente inóspitas tem feito parte de mim. Abaixo também em absoluto os julgamentos morais sobre a traição. Não há como julgar tal fato se não for considerado cada caso como único. E por mais que ainda me mantenha contra a traição, preciso de alguns tópicos para então chegar ao ponto que pretende este post.
Não vim aqui defender ninguém, mas do lado do “amante” vale dizer que acho patético que ele seja responsabilizado. A menos que o amante seja o melhor amigo da pessoa, o que ele/ela possuem de vagabundo ou outros termos como recentemente vi numa novela? Não. O único responsável é o traidor que permite e vai. E somente a ele cabe a culpa e delírios do seu ato.
É exatamente para falar de quem trai que esse texto ganha forma, e ponto.
A parte os legítimos cafajestes, os mulherengos, garanhões e outros termos comumente usados para aqueles que já nascem com a predileção. Quero falar de quem trai mesmo amando o outro, de quem se culpa pela traição, e de quem enfim, não sabe por que trai. Muito se fala do amante, mas alguém já parou para pensar na difícil situação do traidor?
Não falo apenas de mentiras. Mas se essa pessoa, tão boa e sincera começou a trair, porque o fez? Vou contar apenas uma história. E nessa peça de ficção vai um pouco da minha visão.
André ama piamente Joana. Mas o que acontece com o amor pós algum tempo? Depois de mais de um ano de namoro, André ajuda Joana, não sabe como viver sem ela e também se sente o pai do Joana, o tio de Joana. Não, ele não é mulherengo, há tempos se culpa por não conseguir tanto, mas conheceu outra garota, se encantou com ela. Ainda não fez nada porque entrou em crise, como ele está pensando em trair? Como pode ousar a isso?
A crise é sentida, mas ele não consegue agir. Depois de muito protelar, ele conhece a outra, Amanda. Toma chá, ouve música, visita museus. Com Amanda revive um mundo de independência que desconhecia. Descobre que adora falar de outros assuntos. Se sente limitado com Joana. Apaixona-se por Amanda mesmo que não confesse nem pra si numa história quase literária por um mês.
Mas os amantes são engraçados. Fogem sem perceber nada. Não querem problemas. Logo Amanda conhece outro rapaz, não fecha a porta, mas diz que precisa se manter afastada. Afinal, ela é a amante, ela dá as cartas. A crise de André piora, a indiferença é pior que o não. Quando conseguem falar André decide que é melhor pra ele se afastar.
Dizem que amantes são encostos. Mas o que aconteceu com André? Ele sentiu-se vivo num relacionamento morno. Jogaria tudo para o alto para ficar com Amanda, mas Amanda insistiu em tratá-lo como o traidor, que nunca faria nada para ficar com ela. Pelo simples fato de que amantes às vezes não dão a possibilidade do outro prosseguir.
Não digo que amantes são melhores e não sofrem. Mas o que aconteceu com André? Se apegou ainda mais a Joanna e continua na crise do relacionamento que não consegue acabar mesmo sabendo não ser o melhor. E tudo por quê? Porque amantes e Amandas preferem não perceber que está tudo nas mãos deles, que às vezes eles surgem para mudar tudo. Pode até não dar certo essa história, mas porque eles insistem em fechar os olhos? A justificativa comum é que eles não querem que o outro simplesmente o troque por uma paixão. Alguns se estapeiam, outros têm medo. É o caso de Amanda, que fechou os olhos. E não percebeu outra coisa.
André continua na mesma, ainda mais ferido, sem forças e com a auto estima ainda mais baixa. Nem sempre enfim o lado do traidor é o melhor. E ponto.
Mas qual é a outra coisa implícita nesse texto todo? É que André ia terminar o namoro com ou sem Amanda. O fato é que quando Amanda apareceu tudo mudou, e André já não tinha mais forças pra curar sua dor, e foi curá-la na antiga paixão dessa forma sem querer usando o outro para não se sentir ainda mais carente. O amante, ele pode sim, prolongar a relação do outro porque fica no pensamento incompetente de que nada pode quando tudo pode.
Mas essa, é claro, é só uma ficção particular. E cada caso, por maior que seja o jargão, é um caso.
quarta-feira, 2 de maio de 2007
A sinceridade e a indiferença
Poucas coisas, de fato, me magoam no mundo. Mas existe uma sem dúvida um que muito mau me faz. E digo que esta é a indiferença. Ainda sou fã da sinceridade, como defesa da vida, e não a vida e seus sarcasmos despudorados. Ainda tenho muito dó, digamos, de mim, nessas horas.
Explico, a sinceridade é magnâmina. Se corta, corta na hora. Não há subterfúgios. A indiferença, bem, a indiferença é indigesta. Explico mais: quão mais fácil é a vida como anunciada conforme a premissa. É melhor dizer, ligar, mandar um sms e dizer: não pretendo mais falar contigo por tais motivos. É sempre melhor dizer. Você evita. A transparência é someito leito, não margem.
Voltando - evita as expectativas alheias. Evita a paixão típica de quem é desprezado. Evita em absoluto o absoluto das probabilidades. Porque? Porque a indiferença cria um conto de fadas não digno de Alice ou Peter Pan. Mas digno, tão somente de Poliana, que ainda visualiza o belo como fato pueril.
Não tenho nada, em concreto a acrescentar fora o fato válido, e mais que válido que a sinceridade é sempre a melhor saída. Ela cria o respeito enquanto a indiferença deferida pelo sujeito ativo volta com o desprezo do sujeito passivo. E todo predicado nessas condições não sugere uma boa relação.
Porque então o ser humano insiste na fuga?
Explico, a sinceridade é magnâmina. Se corta, corta na hora. Não há subterfúgios. A indiferença, bem, a indiferença é indigesta. Explico mais: quão mais fácil é a vida como anunciada conforme a premissa. É melhor dizer, ligar, mandar um sms e dizer: não pretendo mais falar contigo por tais motivos. É sempre melhor dizer. Você evita. A transparência é someito leito, não margem.
Voltando - evita as expectativas alheias. Evita a paixão típica de quem é desprezado. Evita em absoluto o absoluto das probabilidades. Porque? Porque a indiferença cria um conto de fadas não digno de Alice ou Peter Pan. Mas digno, tão somente de Poliana, que ainda visualiza o belo como fato pueril.
Não tenho nada, em concreto a acrescentar fora o fato válido, e mais que válido que a sinceridade é sempre a melhor saída. Ela cria o respeito enquanto a indiferença deferida pelo sujeito ativo volta com o desprezo do sujeito passivo. E todo predicado nessas condições não sugere uma boa relação.
Porque então o ser humano insiste na fuga?
Who are you?
Criar um blog nem sempre é fácil. E este mundo de filosofia burra é sempre novo. Me perguntou Henrique quem eu sou. Não sei.
Sou de São Paulo, as vezes do mundo (principalmente Paris e Berlim), de início achei teu blog, gostei do texto, e só. Sou confuso, 26 anos, sincero, as vezes feio, as vezes ótimo, as vezes belo.
Por enquanto seja bem vindo, como comentário de estréia eu diria que você é sintético, e resumiu bem o post anterior. E eu, bem, eu gosto disso.
Já a pergunta Quem é Você não sei responder, pode o mundo dos blogs ter cara?
Sou de São Paulo, as vezes do mundo (principalmente Paris e Berlim), de início achei teu blog, gostei do texto, e só. Sou confuso, 26 anos, sincero, as vezes feio, as vezes ótimo, as vezes belo.
Por enquanto seja bem vindo, como comentário de estréia eu diria que você é sintético, e resumiu bem o post anterior. E eu, bem, eu gosto disso.
Já a pergunta Quem é Você não sei responder, pode o mundo dos blogs ter cara?
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